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  • Maioria dos utilizadores ignora publicidade no Facebook

    Quatro em cada cinco utilizadores do Facebook nunca adquiriram um produto ou serviço fruto da publicidade ou comentários presentes na rede social. A conclusão é de uma análise levada a cabo pela Reuters/Ipsos junto de 1032 americanos, que faz notar também que há ainda muito a fazer para transformar uma base de 900 milhões de utilizadores em dinheiro, através da publicidade.

    A análise denunciou que 34% dos utilizadores de Facebook inquiridos estão a passar menos tempo naquela plataforma do que há seis meses, enquanto que 20% estão a passar mais tempo.

    Os números aferidos acentuam as preocupações dos investidores face à capacidade de o Facebook gerar retorno financeiro, o que provocou já um decréscimo do valor das acções da rede social em 29%, desde que deu entrada em bolsa, no mês passado. Esta quebra fez com que o valor de mercado da plataforma de Mark Zuckerbeg diminuísse de 104 mil milhões de dólares (cerca de 83,3 mil milhões de euros) para perto de 74 mil milhões (aproximadamente 59,3 mil milhões de euros).

    Os 900 milhões de utilizadores do Facebook colocam a rede social entre as plataformas de internet mais populares, desafiando mesmo players gigantes da internet como a Google e a Yahoo. Ainda assim, nem todos estão convencidos de que a empresa de Zuckerberg tenha descoberto a fórmula que traduz a sua popularidade num negócio que justifique a sua elevada valorização de mercado.

    Num outro ponto, um estudo de Fevereiro da empresa eMarketer apontou que a publicidade feita através de emails é mais eficaz do que aquela que é feita no Facebook. Como relembra o Público, estas preocupações tornaram-se ainda mais notórias quando, no mês passado, a General Motors – a terceira maior investidora publicitária dos EUA – retirou os anúncios da rede social. O grupo, detentor de marcas como Opel e Chevrolet, investiu 10 milhões de dólares (cerca de 7,86 milhões de euros) no ano passado em publicidade no Facebook, de um orçamento global que, segundo o The Wall Street Journal, se cifrava em 1,8 mil milhões de dólares.

    Recorde-se que no primeiro trimestre deste ano o Facebook tornou público que as receitas provenientes de publicidade tinham diminuído 7,5%, atribuindo o decréscimo a “tendências sazonais” .

    Ainda assim, a rede social escusou-se a comentar os dados da investigação da eMarketer. Optou, antes, por destacar os pontos positivos da sua estratégia publicitária, salientando que empresas como a Nutella tiveram um aumento de vendas de 15%. Outro dos exemplos apontados foi o da cadeia de restaurantes Applebee’s, que voltou ao negócio após começar a anunciar na rede social.



  • Carmen arranca no mercado como bomba de criatividade

    A unidade criativa da Young Network cresceu e saiu da “asa” do grupo de comunicação. Dá pelo nome de Carmen a nova agência de publicidade que arranca hoje no mercado, para trabalhar não só a área publicitária mas também a de branding e de design. “Bombshell Creativity” é a assinatura que espelha o posicionamento da agência. Foi a «experiência na área criativa e a exposição internacional» do departamento criativo da Young Network, a par de uma equipa «experiente e todo-o-terreno» que ditaram a autonomização, como explica à Marketeer João Duarte, CEO do grupo.

     

    Sob a direcção criativa de João Peral, a Carmen actuará com uma equipa de 15 pessoas. A direcção executiva está a cargo de Rita Branco e a de arte nas mãos de Milene Candeias e Cristina França. Luís Miranda é o responsável pela área de copy/texto e Rita Rodrigues é comercial sénior.

    A agência começará por trabalhar o mercado angolano, moçambicano e cabo verdiano, além do português, territórios onde a Young Network tem presença física garantida. Na calha está também o desenvolvimento de projectos para o Leste Europeu e para o Brasil, adianta João Duarte.

    A experiência internacional é, aliás, e como reforça o CEO do grupo Young Network, o grande eixo distintivo da Carmen. De facto, mais de metade do negócio da recém-criada agência é já internacional. Três milhões de euros é quanto a agência espera facturar em 2013, sendo que Portugal será, ainda assim, o mercado mais relevante, respondendo por «quase metade do volume de negócios da agência», avança João Duarte.

    A agência inicia actividade com mais de 10 clientes de trabalho contínuo em carteira. Sem avançar nomes, João Duarte informa que assegurados estão já clientes da área da banca, petrolífera, telecomunicações, seguros, turismo e grande consumo.

    Por revelar ficaram também os investimentos alocados à criação da agência, mas o CEO garantiu que, numa fase inicial, a maior fatia caberá à contratação de elementos para a equipa da Carmen. Fora de portas o investimento está já diluído noutros, anteriormente feitos pelo grupo Young Network, ressalva o responsável.

    Texto de Daniela Domingos



  • Cerveja Estrella Damm entra em Portugal com aposta na tradição

    A marca de cerveja catalã Estrella Damm estreou-se no mercado português pela mão da Sumol+Compal, numa parceria que abrange os próximos cinco anos. Na bagagem, a insígnia promete trazer mais de um século de tradição cervejeira e um portefólio diversificado, que serão os seus principais eixos de diferenciação.

    Estrella Damm (cerveja lager), Bock Damm (lager preta), Voll Damm (dobro do malte), Free Damm (sem álcool) e Estrella Damm Inedit (desenvolvida em parceria com Ferran Adrià, chef do restaurante elBulli, e destinada a restaurantes de luxo) são as cinco variedades que completam o portefólio da marca sediada em Barcelona no mercado português. Apenas a cerveja lager será comercializada na distribuição moderna, enquanto o canal Horeca (hotéis, restaurantes e cafés) irá receber toda a gama. O objectivo da marca passa por vender 20 milhões de litros em cinco anos, alcançando uma quota de mercado de 3,5%.

    Nesse sentido, a parceria com o Grupo Damm serve sobretudo para reforçar o portefólio de cervejas da Sumol+Compal - que alienou recentemente a marca de cerveja Tagus ao grupo espanhol - e consolidar a rede de distribuição da empresa no canal Horeca. Até ao momento, a Sumol+Compal já fechou parcerias com cerca de 1600 clientes deste circuito, num universo de 30 mil clientes directos e indirectos que a empresa possui.

    Esta força na distribuição é, pois, o grande trunfo da Sumol+Compal para implementar a marca no mercado nacional. Em termos de comunicação, o principal activo da Estrella Damm, marca fundada em 1876, será a sua própria experiência, num mercado cada vez mais focado nos territórios do futebol e música. «Mais do que uma nova cerveja é um novo conceito, que assenta na tradição cervejeira e no portefólio», garante Luís Marques, director da divisão de Águas e Cervejas da Sumol+Compal.

    «A tradição é um território que não está ocupado em Portugal», sublinha o responsável, acrescentando que o importante é que a marca, que é «a mais antiga da Península Ibérica» neste segmento e ainda mantém a receita original, tenha «uma história para contar». “Tradição Cervejeira” foi mesmo a assinatura escolhida para o mercado português, embora a marca só comece a comunicar a partir do próximo ano.

    Apesar de se assumir como uma marca premium, a Estrella Damm vê os dois grandes players do mercado, Sagres (detida pela Sociedade Central de Cervejas) e Super Bock (Unicer), como os seus concorrentes reais. «Não somos super premium nem mainstream, mas dizer que os concorrentes são Heineken e Carlsberg, com a pouca expressão que eles têm no mercado [português], seria muito limitativo», conclui Luís Marques.

    Texto de Daniel Almeida



  • Disney quer banir publicidade à comida de plástico

    Em nome do combate à obesidade infantil, a Walt Disney anunciou hoje que pretende excluir dos seus programas de televisão, rádio e das suas páginas online todos os anúncios à chamada “junk food” (“comida de plástico”). A empresa pretende adoptar novos padrões de nutrição a partir de 2015, para restringir a colocação de anúncios a comida e bebidas que sejam destinados a menores de 12 anos.

    As novas regras seguirão algumas directrizes como a promoção da fruta e vegetais, a imposição de limites às calorias dos produtos e a diminuição de gordura saturada, sal e açúcar, mas não poderão ser implementadas antes de 2015 devido aos contratos de publicidade em vigor, informa empresa em comunicado citado pela agência Bloomberg.

    Para já, a Disney, que detém estúdios de cinema, parques temáticos, estações de rádio e até a estação televisiva norte-americana ABC, adianta apenas algumas das regras que pretende adoptar. Os cereais anunciados não poderão, por exemplo, ter mais do que 130 calorias ou 10 gramas de açucar por porção individual. E revelou ainda que até ao final do ano, os produtos que correspondam aos padrões da companhia vão passar a apresentar um “selo Mickey”.

    O plano foi hoje anunciado numa conferência realizada em Washington que juntou Bob Iger, presidente executivo da Disney, e Michelle Obama, primeira-dama dos Estados Unidos, que lidera a campanha contra a obesidade infantil “LeT's Move”.

    De acordo com Bob Iger, o novo plano – que alarga as regras definidas pela empresa em 2006 – é «uma vitória para nós [Disney], para as empresas alimentares, e uma grande vitória para as famílias». Apesar de admitir que «muitos» dos produtos actualmente anunciados pelas empresas não são saudáveis para as crianças, o responsável expressou a vontade de «trabalhar com essas companhias para que possam continuar a anunciar nos nossos programas produtos que sejam nutritivos e que cumpram as nossas exigências».

    A Disney «percebeu que o que é bom para as crianças também pode ser bom para o negócio», aplaudiu Michelle Obama. A primeira-dama lamentou ainda que as crianças «sejam constantemente bombardeadas com mensagens sofisticadas», que as atraem para produtos que nem sempres são saudáveis. De acordo com a Bloomberg, estima-se que todos os anos as empresas alimentares gastem cerca de 1,6 mil milhões de dólares (cerca de 1,29 mil milhões de euros) em anúncios para impactar crianças abaixo dos 12 anos de idade.



  • Young & Rubicam e DNA criam para a ModaLisboa

    A campanha de comunicação da 39ª edição da Lisboa Fashion Week será, pela primeira vez, assinada pela agência de publicidade Young & Rubicam (Y&R) e pela DNA - Design New Approach, que pertence à network Y&R Brands, no âmbito de uma parceria firmada com a Associação ModaLisboa.

    A campanha publicitária irá arrancar em imprensa no mês de Agosto, enquanto um spot televisivo irá para o ar em Outubro.

    A próxima edição da ModaLisboa terá lugar no Pátio da Galé entre 11 e 14 de Outubro, e irá apresentar as colecções dos principais criadores da moda nacional para o Verão 2013.



  • Aeroporto de Lisboa tem nova área comercial

    st7_6515Foi inaugurada, na zona restrita de Partidas do Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, a primeira fase da nova área de retalho. Ermenegildo Zegna, Salvatore Ferragamo, Burberry e BeTrend.store (que contempla as marcas Armani Jeans, Guess, Furla, Michael Kors, Mandarina Duck e DKNY) são algumas das marcas que os passageiros poderão encontrar agora naquela área. Também a Lacoste se encontra ali presente, a par da joalharia H. Stern. Para as próximas semanas estão previstas as aberturas das lojas Ralph Lauren e Montblanc.

    Paralelamente, o Aeroporto de Lisboa apresenta agora um conceito de walk-through, sob a sigla Just for Travellers - Duty Free Store. A inspiração para esta disposição partiu de aeroportos como o de Singapura, revela à Marketeer Luís Rodolfo, director de Retalho da ANA Aeroportos, empresa responsável pela gestão exploração e desenvolvimento do Aeroporto de Lisboa. Esta loja reúne ofertas em áreas como perfumaria, cosmética, bebidas, chocolates e toda uma área de artigos regionais portugueses, intitulada Taste Portugal.

    Às marcas Dior, Lancôme, Emporio Armani e Chanel, juntam-se agora nomes como MAC, Kiehl's, Body Shop, Sisley e Armani Cosmetics, que colocam beauty advisors ao dispôr dos passageiros. De destacar a aposta da Just for Travellers - Duty Free Store em novas tecnologias, com o investimento em tablets em diferentes áreas, que procuram cumprir uma função didáctica, com a história dos artigos em causa, a forma como devem ser consumidos, entre outras informações. Na área de perfumaria, por exemplo, estes suportes ajudam o passageiro a escolher o seu perfume, consoante os seus gostos, signos, tipos de aroma.

    A ANA- Aeroportos de Portugal tem vindo a investir na melhoria constante e modernização do Aeroporto de Lisboa, tendo em conta que as receitas das actividades não aeronáuticas, como é o caso do Retalho, contribuem para a manutenção das taxas aeroportuárias e, consequentemente, para a competitividade dos aeroportos nacionais. De referir que o negócio da não aviação representa cerca de 35% do total do negócio aeroportuário.

    As novas áreas comerciais do aeroporto contam com assinatura da Broadway Malyan, empresa internacional de arquitectura, urbanismo e design , a cargo da qual ficou o projecto de arquitectura, design de interiores e retail planning.

    A extensão do negócio de retalho da ANA no Aeroporto de Lisboa não ficará, no entanto, por aqui. Até ao final do ano serão inaugurados cerca de 30 espaços comerciais, podendo a área comercial corresponder, em 2013, a uma dimensão total de nove mil metros quadrados.

    De destacar a inauguração, em data ainda a definir, da Loja Portugal, um espaço de 400m2 onde serão dedicadas áreas ao Artesanato, Design, Moda, Cultura e Sabores nacionais. Pandora, Swarovski, Springfield, Women'Secret, Accessorize, L'Occitane, Starbucks, Porshe Design, Godiva, Neuhaus, Lanidor e Fauchon são outras das aberturas que se encontram na calha.

    Estas renovadas abordagens vêm responder ao indicador "emoção por m2", criado pela ANA Aeroportos, que se traduz na capacidade de envolver, entreter, ensinar e surpreender os consumidores com renovados conceitos/produtos e serviços exclusivos do aeroporto.

    Planos que resultam de uma estratégia com objectivos traçados para 2016, no âmbito do qual a ANA pretende atingir os 75 milhões de euros em receitas de retalho.



  • 40% dos filmes dos EUA usam produtos Apple

    Produtos AppleEm 2011, os produtos da Apple apareceram em 17 dos 40 filmes que arrecadaram o primeiro lugar nas bilheteiras norte-americanas, o que equivale a 42,5% das produções.

    Como destaca o Blue Bus, o resultado rendeu à marca, pelo segundo ano consecutivo, o prémio de "Overall Product Placement", no âmbito dos Brandcameo Awards. Em segundo lugar ex-aequo ficaram a Dell, a Chevrolet e a Ford, que apareceram em 22,5% dos filmes mais vistos. Já em terceiro surgiram a Cadillac, a Coca-Cola e a Mercedes-Benz, com 17,5%.

    De acordo com o mesmo meio, entre 2001 e 2011 a Apple apareceu em mais de 1/3 dos filmes mais vistos nos cinemas do mercado americano. Só em 2012, e ainda que estejamos no início do ano, a marca já apareceu em 50% das produções campeãs de bilheteira.



  • Penha Longa Resort lança experiência para famílias

    penha longa

    Miúdos e graúdos são bem-vindos no Penha Longa Resort. A unidade hoteleira de Sintra desenvolveu uma solução que promete serperfeita para quem viaja em família e procura actividades para todas as idades.

    Alojamento é, claro, a base desta oferta. Acrescem, depois, refeições de alta gastronomia, campos de golfe, tratamentos de spa, piscinas para crianças, noites de cinema infantil, caças ao tesouro e workshops de bolachas.

    Destaque ainda para as actividades que podem ser tanto para os mais novos como para os velhos, como é o caso dos passeios de bicicleta, caminhas e piqueniques nos jardins históricos. O pacote especial de férias em família está disponível entre 1 de Julho e 31 de Agosto.



  • Acabaram-se as palhinhas nos hotéis IHG do Porto

    Hotéis IHG do Porto adotam medida antipoluição e acabam com as palhinhas de plástico A «Plastic Straw Initiative», medida adotada pelo Crowne Plaza Porto e InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, representa a posição dos hotéis contra a utilização única das palhinhas de plástico e um esforço para evitar os seus efeitos nocivos sobre a saúde, o meio ambiente e os oceanos. Com o objetivo de contribuir para a sustentabilidade do nosso planeta, os hotéis Crowne Plaza Porto e InterContinental Porto – Palácio das Cardosas extinguiram a utilização de palhinhas de plástico em todos os seus serviços. Este artigo não reciclável e de alto consumo acaba muitas vezes por ser depositado nos oceanos provocando a morte de cerca de 100.000 animais marinhos no espaço de um ano. Nos dois hotéis da Invicta, todo o stock de palhinhas de plástico foi eliminado e agora substituído por palhinhas ecológicas, feitas de papel reciclado. Uma solução sustentável, 100% biodegradável e amiga do ambiente. Ainda assim, para evitar a utilização desnecessária deste artigo, o Crowne Plaza Porto e o InterContinental Porto - Palácio das Cardosas definiram algumas medidas internas, como não colocar automaticamente palhinhas (ainda que ecológicas) nas bebidas, a não ser que o cliente solicite ou quando a sua utilização é estritamente necessária, como nos Cocktails ou Milkshakes. Nas palavras de Vincent Poulingue, Diretor Geral dos dois hotéis IHG do Porto, “esta é uma medida que pretende, acima de tudo, conservar o meio ambiente. O plástico não é um material biodegradável e as palhinhas são muitas vezes utilizadas apenas como elemento decorativo. Nós queremos alterar essa política e, para as ocasiões em que realmente são essenciais, temos disponíveis as palhinhas ecológicas. Além disso, este posicionamento é um reflexo da política sustentável da marca IHG – InterContinental Hotels Group. Vamos sempre tentar explorar novas oportunidades para reduzir o impacto ambiental, com alternativas biodegradáveis e ecológicas nos nossos serviços”. Este posicionamento será sempre comunicado aos clientes dos dois hotéis do Porto, com o objetivo de fomentar a importância do tema na indústria e de os sensibilizar para as causas nocivas da utilização das palhinhas de plástico na nossa saúde, no meio ambiente e nos oceanos, onde cerca de 90% de todos os detritos encontrados são feitos de plástico. Além disso, uma palhinha demora, em média, 400 anos para ser absorvida pela natureza. Recordamos que no passado dia 03 de fevereiro foi assinalado, pela primeira vez, o Dia Internacional Sem Palhinha em mais de 20 países. Existem ainda várias hashtags associadas ao movimento e que começam a ser adotadas nas redes sociais, como #palhinhazero, #thelaststraw ou #refusethestraw.

    As palhinhas de plástico já não fazem parte da lista de compras dos hotéis IHG do Porto, uma vez que o grupo decidiu implementar uma estratégia mais amiga do ambiente. A “Plastic Straw Initiative” abrange o Crowne Plaza Porto e o InterContinental Porto – Palácio das Cardosas.

    A partir de agora, os hóspedes terão à sua disposição palhinhas ecológicas, produzidas a partir de papel reciclado. De acordo com as unidades hoteleiras, em comunicado, trata-se de uma solução sustentável e 100% biodegradável.

    Adicionalmente, tanto o Crowne Plaza Porto como o InterContinental Porto - Palácio das Cardosas já não oferecem automaticamente uma palhinha a todos os clientes que pedirem uma bebida. É necessários solicitar especificamente uma palhinha, com excepção para os cocktails e milkshakes.

    «O plástico não é um material biodegradável e as palhinhas são muitas vezes utilizadas apenas como elemento decorativo», sublinha Vincent Poulingue, director-geral dos dois hotéis. «Nós queremos alterar essa política e, para as ocasiões em que realmente são essenciais, temos disponíveis as palhinhas ecológicas», acrescenta.



  • Sagres patrocina Festas de Lisboa e Super Bock ruma a Braga

    sao joao autentico super bock

    A edição deste ano das Festas de Lisboa já não contará com a Super Bock como cerveja oficial. Um dos principais eventos da capital portuguesa passará a ter a Sagres – uma vez mais – como patrocinadora, segundo deixa antever o convite para o lançamento do programa das Festas de Lisboa’18.

    “Esta marca nascida em Lisboa, em 1940, e que daí se projectou para Portugal e para vários pontos do mundo, irá anunciar como será reforçada a sua ligação a esta cidade, aos lisboetas e a todos que a visitam”, revela a Sagres.

    Recorde-se que a Sagres já tinha sido parceira das Festas de Lisboa, papel que desempenhou na década passada. Entretanto, em 2009, a Super Bock conquistou o evento, tendo planeado na altura um investimento de um milhão de euros.

    Super Bock troca Lisboa por Braga

    Patrocinadora das Festas de Lisboa nos últimos anos, a Super Bock vai deixar o seu posto e abraçar um novo desafio a Norte. A Super Bock anunciar que será patrocinadora oficial das Festas de São João em Braga, para o período 20182-2021.

    Em comunicado, a marca explica que a novidade decorre da parceria estabelecida entre o Super Bock Group, a Câmara Municipal de Braga e a Associação de Festas do São João de Braga. O acordo estende-se também a outras iniciativas da região, incluindo Braga Romana, Noite Branca e os festejos da passagem de ano.

    Pedras, Vitalis e Somersby também estão incluídas na parceria, mas o destaque em termos de comunicação irá mesmo para a Super Bock.

    «É a cidade autêntica e Super Bock é também sabor autêntico, pelo que brindamos com orgulho à associação a esta autarquia, unindo esforços e entusiasmo para trazermos ainda mais dinâmica a Braga, conhecida por ser, não só, a capital de distrito mais jovem de Portugal e uma das cidades mais jovens da Europa, como também um pólo de empreendedorismo, uma área que também nos diz muito e à qual a Super Bock está ligada através de vários projectos», comenta Nuno Bernardo, administrador de Marketing do Super Bock Group.



  • Yorn leva dança (e música) ao Rock in Rio

    yorn street dance 2018 agenciazero.net

    No Rock in Rio Lisboa, nem todos os palcos são dedicados à música. O Palco Street Dance vai regressar à Cidade do Rock com o apoio da Yorn e promete mais horas de dança e mais bailarinos: Fábio Krayze, Jukebox com Blkbrds, Bootcamp e Triple DC são alguns dos nomes já confirmados.

    O horário de funcionamento do palco será entre as 12h e as 23h. Durante este período, várias crews terão a oportunidade de partilhar com os festivaleiros diferentes estilos de dança, estando a curadoria a cargo da Jazzy Dance Studios. Ao todo, serão 114 os bailarinos que passarão pelo Yorn Street Dance.

    Aos bailarinos juntam-se músicos como Tekilla e TT, tornando a programação mais rica e completa. Pela primeira vez, haverá música ao vivo, tal como sublinha a organização, em comunicado.

    «Este ano promete ser o melhor de sempre no Yorn Street Dance. Temos três espectáculos residentes, com crews e músicos ao mais alto nível, e em todos os dias do Rock in Rio Lisboa temos, também, artistas e crews convidados que vão engrandecer o palco. O desafio é maior mas não podíamos estar mais entusiasmados!», conta Álvaro Lopes, curador do Yorn Street Dance.

    Leonor Dias, directora de Marca da Vodafone Portugal, acrescenta que a Yorn acredita no potencial dos jovens, incentivando-os a concretizar os seus sonhos. «É este o compromisso da Yorn: descobrir talento, dar-lhe as ferramentas certas para se expressarem e potenciar o seu sucesso», conclui.

    Foto de AgenciaZero.Net



  • É um gadget? Não, é um Tesla!

    Midnight Silver MS Curve Profile tesla

    Se o CEO da Tesla, Elon Musk, é fora da caixa, os carros da marca só podiam ser também. Nós fomos experimentar o Model S, onde coube toda a equipa da Marketeer. E confirmamos que é de facto uma experiência!

    Texto de M.ª João Vieira Pinto

    Consegue imaginar um tablet gigante com rodas? Isso é… um Tesla!

    Ir buscar um Model S para teste não é a mesma coisa que ir buscar um qualquer outro modelo novo. A começar pela mística da marca! Depois, em Lisboa, o Tesla não se apresenta num típico stand. Por fim, que é o início de tudo, pelo carro. Pela forma como se liga e como se conduz ou se deixa conduzir!

    Confesso que cheguei a ter algumas dúvidas se seria capaz de arrancar e andar com o Tesla. Cheguei ao El Corte Inglés, de Lisboa, em jeito de criança em primeiro dia de aulas. Com a maior vontade do mundo de me sentar ao volante mas com um receio imenso de me perder perante tanta tecnologia. Pauline, a “product specialist” que recebe a Marketeer, mistura simpatia com informação. Vai dizendo que não há botões para ligar e desligar. E eu começo a pensar que nunca vou conseguir sair dali. Que há vários perfis de condução e que tudo se vai desenrolando no imenso painel (ou tablet gigante) mesmo à nossa frente. E eu continuo a pensar que nunca vou conseguir sair dali… De tal forma que aceito mesmo de bom grado a sua disponibilidade para tirar o Model S do parque de estacionamento. Não imaginava eu que este acabaria por ser o verdadeiro trigger para querermos começar aquela que seria uma autêntica experiência e que se prolongaria pelos três dias seguintes. Começar a conduzir um Tesla é como abrir um brinquedo novo.

    Diz a marca que vai dos 0 aos 100Km em 4,3 segundos. E eu acho que o tempo até me pareceu inferior. Com dois motores eléctricos (um na parte de trás e outro na frente) e 700 CV, o Model S oferece acelerações de colar o estômago – bem, mas para quem não é amante de emoções tão fortes, os vários níveis de condução permitem que se reduza o impacto – e que acharíamos pouco prováveis numa berlina com cinco metros e 2240 kg.

    Sim, aqui, também tudo é espaço, seja na enorme bagageira como o habitáculo. Também é luz, detalhe e pormenores, desde o touchscreen de 17 polegadas, que controla a maioria das funções do carro ou nos oferece Spotify Premium, até ao próprio porta-chaves, claro está, uma réplica em miniatura do Model S. Inédito é HEPA, o sistema que garante que, dentro do carro, estamos livres de poluição ao filtrar o ar exterior de pólen, bactérias, vírus e poluição antes que este comece a circular na cabina.

    Os Tesla podem ser carregados em todos os tipos de tomadas, seja em casa ou nos pontos de carregamento públicos. Como mesmo à porta da Marketeer há dois, o “nosso” Model S ia carregando de dia o que gastava mais tarde. Menos complicado e mais barato do que se possa imaginar!

    Se gostava de experimentar outro Tesla? Pode ser já amanhã?



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