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  • Seguro quer fronteiras inseguras
    Seguro quer fronteiras insegurasNão há outra maneira de dizê-lo: o Presidente da República Seguro sempre conviveu bem com o caos fronteiriço e migratório do governo Costa; e, agora, hostiliza a orientação do actual governo para repor alguma racionalidade e sobriedade à integridade do Estado e da sociedade portuguesa. O requerimento que tornou público há uma semana de fiscalização preventiva da constitucionalidade da chamada “lei do retorno” (o normativo que regula a entrada, permanência, expulsão de estrangeiros, além dos procedimentos para os requerentes de asilo) torna tudo cristalino. Mas podia poupar-nos à farsa das suas profissões de lealdade com os acordos europeus ou com

  • O Estado no papel e o cidadão à porta do Estado
    O Estado no papel e o cidadão à porta do EstadoA pandemia afastou os cidadãos dos serviços públicos e alterou hábitos – não apenas dos utentes, mas também dos próprios serviços e dos seus funcionários. Durante meses, o atendimento presencial foi substituído por contactos digitais ou telefónicos. A exceção tornou‑se rotina. E, embora o atendimento presencial tenha regressado formalmente, muitos serviços continuam a funcionar como se a porta estivesse apenas entreaberta: marcações obrigatórias, plataformas digitais como primeira resposta, telefones que não atendem, balcões que remetem para outros balcões. A cultura de proximidade administrativa não regressou ao ponto onde estava; em alguns casos, parece até ter perdido convicção e acomodado uma

  • O Chega não tem nojo de mim
    O Chega não tem nojo de mimO Expresso e o Público denunciam um novo “movimento de mulheres conservadoras [que] aproxima [o] Chega da agenda evangélica brasileira”. É suposto a pessoa quando sabe disto tudo ficar assustada: com as mulheres conservadoras, com o Chega e com a agenda evangélica brasileira. É uma maratona de medo. Nem sei bem por onde começar. Na prática, ainda me falta ser mulher (como cantava o Fachada), votar Chega e ser brasileiro. Mas não resisto. O Expresso, que desenvolve a história em papel, sabe quem é: “é o jornal mais lido no país, liderando a informação de atualidade e análise em áreas

  • O Chega não tem nojo de mim
    O Chega não tem nojo de mimO Expresso e o Público denunciam um novo “movimento de mulheres conservadoras [que] aproxima [o] Chega da agenda evangélica brasileira”. É suposto a pessoa quando sabe disto tudo ficar assustada: com as mulheres conservadoras, com o Chega e com a agenda evangélica brasileira. É uma maratona de medo. Nem sei bem por onde começar. Na prática, ainda me falta ser mulher (como cantava o Fachada), votar Chega e ser brasileiro. Mas não resisto. O Expresso, que desenvolve a história em papel, sabe quem é: “é o jornal mais lido no país, liderando a informação de atualidade e análise em áreas

  • SIRP, PS, Maçonaria, Coimbra, Macau – A escolha do novo diretor do SIS
    SIRP, PS, Maçonaria, Coimbra, Macau – A escolha do novo diretor do SISHá mais de um mês que venho sendo fortemente pressionado a escrever sobre  este tema. Faço-o hoje conforme me dita a consciência, e não segundo a vontade  de alguns, tendo sempre como prioridade maior o reforço da segurança nacional e  da capacidade do Estado para obstar a qualquer intrusão, venha ela de onde vier,  seja de origem amiga ou inimiga. No decurso da minha intervenção no 43.º Congresso Nacional do PPD/PSD, fiz  referência à permanência, por mais de uma década, de Neiva da Cruz como  diretor-geral do SIS. Cerca de duas semanas depois, acabou por se reformar.  Deixo-lhe os meus

  • O Estado no papel e o cidadão à porta do Estado
    O Estado no papel e o cidadão à porta do EstadoA pandemia afastou os cidadãos dos serviços públicos e alterou hábitos – não apenas dos utentes, mas também dos próprios serviços e dos seus funcionários. Durante meses, o atendimento presencial foi substituído por contactos digitais ou telefónicos. A exceção tornou‑se rotina. E, embora o atendimento presencial tenha regressado formalmente, muitos serviços continuam a funcionar como se a porta estivesse apenas entreaberta: marcações obrigatórias, plataformas digitais como primeira resposta, telefones que não atendem, balcões que remetem para outros balcões. A cultura de proximidade administrativa não regressou ao ponto onde estava; em alguns casos, parece até ter perdido convicção e acomodado uma

  • Seguro quer fronteiras inseguras
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  • “Tivemos eficácia e, no futebol, o resultado é o mais importante”: Farioli explica bolas paradas e diz-se “feliz a triplicar” por Nehuen
    "Tivemos eficácia e, no futebol, o resultado é o mais importante": Farioli explica bolas paradas e diz-se "feliz a triplicar" por NehuenDois em dois no regresso do futebol a um campo que se chama estádio. Mudou a época, mas o anfiteatro dos Arcos, que outrora foi o estádio, continua a ser um campo com uma bancada de cinco mil lugares, embora não consiga atingir esse número que está regulamentado pela Liga Portugal (4.583 este sábado), ou não estivéssemos no Campeonato das vaidades e das maquilhagens. Ainda assim, o Estádio do Rio Ave Futebol Clube ganhou novos balneários, embora as obras no que resta do recinto estejam para durar. Foi nesse local que o FC Porto somou a segunda vitória na Primeira

  • Fogo com duas frentes combatido por 170 bombeiros em Torre de Moncorvo
    Fogo com duas frentes combatido por 170 bombeiros em Torre de MoncorvoUm fogo que deflagrou pelas 19h em Cabeça Boa, Torre de Moncorvo, estava na noite deste sábado a ser combatido por 170 operacionais e 54 veículos, segundo a Proteção Civil. De acordo com fonte oficial da Proteção Civil Municipal de Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança, “o fogo tem duas frentes ativas e está a ser combatido por bombeiros”. “No terreno estão duas máquinas de rastos que estão a apoiar todo o dispositivo, num fogo que arde em área de mato e afastado da aldeia, não havendo para já bens ou pessoas em perigo”, indicou. Ainda segundo a fonte

  • Valen é o desportivo da Aston Martin mais potente com motor à frente
    Valen é o desportivo da Aston Martin mais potente com motor à frenteA Aston Martin revelou o seu mais recente desportivo, o Valen, que será igualmente o que extrai mais potência do imponente motor 5.2 V12 twin turbo. O modelo mais possante entre os equipados com o motor instalado sob o capot frontal de um Aston Martin, ao longo dos 113 de história da marca, foi mostrado ao público num dos eventos mais concorridos do mundo automóvel, o Monterey Car Week, na Califórnia, onde os clientes mais exigentes e os mais endinheirados se cruzam em busca das melhores obras de arte sobre rodas, novos ou clássicos. Com a produção limitada a somente

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